Giz, pano e mãos à obra em Minas Gerais

Quem não se lembra de desenhar uma amarelinha no chão? Diversões como essa correm o risco de ser esquecidas. Mas há instituições empenhadas em resgatá-las, como NOVA ESCOLA pôde comprovar em Minas Gerais.

Na capital, o Museu dos Brinquedos convida as crianças a conhecer bonecas e outros objetos antigos. Em seguida, elas vão para o pátio experimentar brincadeiras de rua. “A ideia é mostrar a elas a importância dessas práticas”, explica Nayara Aline de Souza, coordenadora de atendimento do Museu. Durante a visita, os alunos do 2º ano do Colégio Santo Antônio rodopiaram na amarelinha caracol e correram para brincar de barra-manteiga, como você confere abaixo.

Cenas semelhantes são encontradas em Curvelo, a 165 quilômetros de Belo Horizonte. Lá está o projeto Ser Criança, do Centro Popular de Cultura e Desenvolvimento (CPCD). “Começamos as tardes com uma grande roda, em que as crianças podem opinar”, explica a coordenadora Onésima Mourthé. Muitas vezes, alguém traz uma novidade e a ensina aos demais. Foi o caso da briga de galo. Hoje, todos conhecem as regras de cor. De lá, você também pode conhecer a clássica disputa de pedra, papel e tesoura.

Briga de Galo

Como brincar Duas pessoas se colocam frente a frente e fecham os olhos. Enquanto isso, os demais participantes pregam com um alfinete um retalho de tecido colorido nas costas de cada um. Os competidores abrem os olhos e o jogo começa. Sem usar as mãos, uma criança deve descobrir a cor do pano colocado nas costas da outra. Ganha quem acertar primeiro.

Brincadeiras Sudeste

Fonte: Revista Nova Escola

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